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Repertório sociocultural sobre etarismo: veja lista!

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Etarismo é a discriminação baseada na idade, seja direcionada a pessoas mais velhas ou mais novas. Confira repertório sociocultural aqui!

Dominar um repertório sociocultural sobre etarismo faz parte da preparação para qualquer vestibular ou ENEM. Assim, entender como o processo de envelhecimento afeta as pessoas e quais suas consequências é uma carta na manga na hora de escrever a redação.

O processo do envelhecimento é um fenômeno experienciado por todo ser humano, sendo um processo de transformações físicas e cognitivas. Entretanto, algumas pessoas podem ter mais dificuldades do que outras nesse processo.

Não é apenas sobre o que acontece com o corpo, mas também tem a ver com como as pessoas veem e vivem essa fase da vida, o que é influenciado pela sociedade e pela forma como cada um encara isso.

Parece muito complexo? Deixa que o CRIA te ajuda a entender esse conceito e como desenvolver um bom repertório sociocultural sobre etarismo. Continue conosco e boa leitura.

repertorio sociocultural sobre etarismo
Etarismo é o termo utilizado para situações em que a idade de alguém se torna fator de discriminação – Foto: Freepik.

O que é etarismo?

O etarismo é um tipo de discriminação baseada na idade. Assim, as pessoas são tratadas ou julgadas de acordo com sua idade, seja jovem ou mais velho. Nesse sentido, esse fenômeno pode ser encontrado em várias partes da sociedade, e pode se manifestar de uma variedade de maneiras.

Ainda que seja algo de conhecimento geral, a população idosa é o grupo mais afetado pelas complicações do envelhecimento, visto que são eles que realmente estão experimentando este processo.

Além disso, a inexistência de conhecimento sobre o que é a velhice constitui e reafirma a rejeição incorporada ao processo de envelhecimento, fazendo com que haja diferenciação na forma de tratamento com as pessoas idosas.

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O que é repertório sociocultural?

O repertório sociocultural é uma coleção de informações, experiências, valores, crenças e práticas compartilhadas por membros de uma sociedade ou grupo social.

Desse modo, esse repertório é adquirido ao longo da vida por meio das interações com a família, escola, mídia, amigos, religião e outros grupos sociais.

Então, o repertório sociocultural inclui uma ampla gama de elementos, como tradições culturais, normas sociais, costumes, mitos, rituais, histórias, idioma, música, arte, literatura e muito mais.

Além disso, ele influencia profundamente a maneira como os indivíduos percebem o mundo ao seu redor, interpretam eventos, se comportam e se relacionam com os outros.

Repertório sociocultural na redação:

Estar diante de um gênero textual que exige a defesa de posicionamentos e a delimitação de uma tese (ponto de vista/opinião), elaborada a partir das crenças de cada aluno, é uma tarefa que valoriza a importância de dominar certos conhecimentos.

Assim, o aluno que consegue utilizar repertórios socioculturais produtivamente em suas redações saem na frente na pontuação da competência 2 do ENEM, além de impressionar a banca corretora de qualquer vestibular.

Como funciona o repertório sociocultural no ENEM?

A Cartilha do participante do ENEM deixa claro que os repertórios socioculturais devem ser pertinentes e utilizados de modo produtivo na dissertação, além de serem usados de forma verídica e de serem facilmente identificados, aceitos socialmente.

Além disso, umas das cinco competências do ENEM, trata melhor sobre o assunto.

Assim, nessa competência, a II solicita que o aluno esteja apto a compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas do conhecimento, além de suas vivências para desenvolver o tema em uma estrutura prototípica apropriada.

Nesse contexto, o estudante precisará respeitar a estrutura da introdução (com a apresentação/ problematização do tema com as devidas teses explicitadas), do desenvolvimento (defesa do ponto de vista por meio de argumentos fundamentados em áreas diversas do conhecimento).

Por fim, a conclusão (retomada da tese e criação de proposta de intervenção aplicável e inovadora), que costumam constituir um texto de quatro ou cinco parágrafos, e criação de título (facultativo).

Repertório sociocultural sobre etarismo

O repertório sociocultural sobre etarismo abrange uma ampla gama de conhecimentos, experiências e percepções relacionadas à discriminação baseada na idade.

Então, confira abaixo referências e acontecimentos sobre etarismo:

1. Etarismo na mídia

Filmes, programas de TV e comerciais muitas vezes retratam estereótipos relacionados à idade, como jovens sendo retratados como irresponsáveis ou idosos nas condições de frágeis e incapazes.

Nesse sentido, essas representações podem reforçar preconceitos e visões negativas em relação a diferentes faixas etárias.

Assim, confira agora algumas produções audiovisuais que tratam sobre os desafios que as pessoas mais velhas encontram:

Filme: “Um Senhor Estagiário”

Aborda temas como a valorização das pessoas mais velhas no mercado de trabalho, a importância da experiência e do conhecimento intergeracional, e as questões relacionadas ao equilíbrio entre trabalho e vida pessoal.

Além disso, oferece uma mistura cativante de humor, emoção e reflexão sobre o envelhecimento, as relações interpessoais e a busca por significado na vida.

Onde assistir? HBO Max.

Série: “Grace e Frankie”

A trama gira em torno de Grace e Frankie, duas mulheres de idades avançadas que, apesar de terem personalidades muito diferentes, são colocadas juntas quando seus maridos, Robert (interpretado por Martin Sheen) e Sol (interpretado por Sam Waterston), revelam ser gays e planejam se casar um com o outro.

Assim, com seus casamentos terminados após décadas de união, Grace e Frankie são forçadas a reavaliar suas vidas e a aprender a viver juntas, apesar de suas diferenças.

Onde assistir? Netflix.

Filme: “Up: Altas aventuras”

O filme conta a história de Carl Fredricksen, um idoso viúvo que decide realizar o sonho de sua falecida esposa Ellie de viajar para as Cataratas do Paraíso na América do Sul.

Para cumprir esse desejo, Carl amarra milhares de balões em sua casa e a transforma em uma aeronave improvisada. No entanto, ele descobre que um jovem escoteiro chamado Russell acidentalmente embarcou em sua viagem.

Então, juntos, Carl e Russell dão início a em uma emocionante aventura através das selvas da América do Sul, enfrentando perigos e encontrando amigos inusitados ao longo do caminho.

Então, juntos, Carl e Russell dão início a uma emocionante aventura através das selvas da América do Sul, enfrentando perigos e encontrando amigos inusitados ao longo do caminho.

Onde assistir? Disney+.

2. Etarismo no mercado de trabalho:

Segundo pesquisa do Infojobs, cerca de 57% dos entrevistados passaram por algum episódio de preconceito devido à sua idade. Ao todo, 55% dos participantes do estudo fazem parte da geração X, 36% da geração Y e 9% da geração Z.

Além disso, segundo as informações da pesquisa, ser mais jovem ou mais velho não é importante para sofrer com o peso dos preconceitos – ou seja, tanto as paessoas mais novas quanto as com idade mais avançada estão sujeito aos esteriótipos e visões negativas.

Segundo a pesquisa, 73% dos profissionais da geração Y (nascidos entre 1980 e 1989) e Z (nascidos entre 1990 e 2010) se sentem subestimados por serem mais novos.

3. Livro: “Etarismo, um novo nome para um velho preconceito”

Madonna e Xuxa, símbolos de sensualidade de uma época, são criticadas nas redes sociais por sua aparência envelhecida. E o julgamento por toda parte: por suas rugas, roupas, comportamentos e relacionamentos amorosos.

O etarismo é o nome dessa discriminação que persiste por muito tempo e afeta não apenas as celebridades.

Diante disso, a especialista em diversidade etária, a psicóloga e professora Fran Winandy, reuniu um amplo material de pesquisa sobre o tema em seu livro “Etarismo”.

Nesse sentido, as questões discutidas incluem o medo de envelhecer, a origem do etarismo, como ele afeta as mulheres ao longo da vida e como o idadismo afeta o mercado de trabalho, o cinema, as redes sociais, a moda e os esportes.

Como combater o etarismo?

Combater o etarismo, que é a discriminação com base na idade, requer esforços tanto a nível individual quanto coletivo.

Desde promover a conscientização sobre o etarismo e seus impactos até a implementação de leis e políticas públicas que protejam contra a discriminação baseada na idade e promovam a igualdade de oportunidades para pessoas de todas as idades.

Todas essas ações podem impactar – e muito – a questão. Entretanto, é uma problemática persistente.

Recentemente, Patrícia Linares foi alvo de um vídeo feito por colegas de classe dizendo que ela deveria estar aposentada. A universitária diz que chorou muito, mas que não deixará de estudar. “E espero que as pessoas também não desistam de realizar o sonho de estudar. Nunca. Lembrem-se de que nunca é tarde”

Qual a diferença entre Etarismo e Ageísmo?

O etarismo e o ageísmo são fenômenos sociais associados à discriminação baseada na idade. No entanto, eles têm significados e usos diferentes.

Assim, o termo “etarismo” refere-se à discriminação ou preconceito contra indivíduos de uma certa faixa etária, independentemente de serem mais jovens ou mais velhas.

Tratamento desigual no local de trabalho, acesso limitado a serviços ou oportunidades baseados na idade e estereótipos negativos relacionados a grupos etários específicos são algumas das muitas maneiras pelas quais este fenômeno pode se manifestar.

Além disso, é crucial observar que o etarismo pode afetar indivíduos de todas as idades e pode ser direcionado tanto a jovens quanto a idosos.

E o que é Ageísmo?

Por outro lado, o ageísmo é uma forma particular de discriminação que se concentra principalmente nas pessoas mais velhas, baseada apenas em sua idade avançada.

Estereótipos negativos, tratamento desigual, exclusão social e falta de acesso a oportunidades com base na idade podem ser consequências do ageísmo.

Nesse sentido, este fenômeno pode ser visto em várias áreas da sociedade, como na mídia, no mercado de trabalho, nos cuidados de saúde e nas interações sociais cotidianas, onde os idosos são frequentemente retratados de forma negativa ou marginalizados.

Arrase na redação do ENEM com o CRIA

Agora que você conferiu repertório sociocultural sobre etarismo, é hora de se preparar para a prova. Com isso, o CRIA pode te ajudar. Mas o que é o CRIA?

Projetado para ser um corretor de redações baseado em inteligência artificial e processamento de linguagem natural, o CRIA é uma ferramenta útil e simples de utilizar.

Quais são as funcionalidades do CRIA?

  • Análise instantânea da redação;
  • Simulação da sua nota do ENEM por competência;
  • Identificação de desvios, todos marcados no seu texto;
  • Traz correções detalhadas por competência;
  • Histórico de progresso;
  • Fornece dados para melhorias na escrita, em texto e/ou avatar explicativo;
  • Plataforma gamificada, pode compartilhar com amigos e obter vantagens;
  • Professor olha as correções do CRIA e pode alterar conforme achar necessário, assim o CRIA sempre aprende com eles.
O CRIA, uma ferramenta de correção de redações com inteligência artificial, te ajuda a praticar para o ENEM — Vídeo: Reprodução.

Acompanhe seu progresso

Após enviar as redações, é possível acessar outra ferramenta disponível para os alunos do CRIA: o gráfico com histórico de pontuação.

Assim, por meio dele, é possível visualizar de maneira clara as competências que precisam de mais atenção.

grafico de correcao de redacao interativo
Gráfico de correção de redação interativo — Foto: CRIA.

Vamos começar? Então acesse aqui.

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