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Variação linguística no ENEM: o que é e exercícios

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A variação linguística no ENEM diz respeito à multiplicidade de formas que a língua pode ter. Assim, compreender e identificar essas variedades é essencial para os participantes da prova. De modo geral, essa variedade pode ser geográfica, estilísticas, históricas e sociais.

A variabilidade linguística é um conceito muito estudado pela Linguística, que se debruça sobre aspectos de mudanças conforme a idade, região e o tempo.

Em suma, é compreender que os recursos linguísticos são ilimitados e podem performar de maneiras não tão tradicionais. De modo geral, a proposta de redação do ENEM exige que o candidato escreva o texto na norma culta.

Entretanto, conhecer as demais variações linguísticas é uma ferramenta poderosa para a prova. Isso se deve ao fato de a língua portuguesa desempenhar um papel importante na construção de nossa identidade cultural.

Desde o início do exame em 1998, o assunto foi abordado em várias questões, devido à sua importância. Não sabe o que é variação linguística no ENEM? Então, confira esse conteúdo completo preparado pelo CRIA. Boa leitura.

vriacao linguistica no enem
A variação linguística do ENEM é um dos conteúdos cobrados na prova de Linguagem e suas Tecnologias — Fonte: Pexels.

O que é variação linguística?

A variação linguística é o conceito que organiza a diversidade que as línguas e idiomas possuem. De acordo com Marcos Bagno, o termo pode ser descrito como:

“O termo variação se aplica a uma característica das línguas humanas que faz parte de sua própria natureza: a heterogeneidade. A palavra língua nos dá uma ilusão de uniformidade, de homogeneidade, que não corresponde aos fatos.”

Em outras palavras, a língua não é homogênea, ou seja, em uma relação paradoxa, ela é heterogênea. Assim, o termo “heterogêneo” é usado para descrever algo que possui vários componentes diferentes, variados ou diversos.

Então, quando algo é heterogêneo, isso significa que contém uma mistura de partes ou componentes que não são iguais entre si, não são uniformes ou têm características distintas.

De acordo com a pesquisadora, Maria Lucia Loureiro Paulista, as variantes são as formas individuais que “concorrem” em uma variável.

Além disso, seus valores comuns os colocam em confronto com outros, como padrão versus não-padrão, conservador versus inovador e de prestígio versus estigmatizado. E eles determinam uma ou mais variáveis independentes de natureza linguística em ordem.

O que é variação linguística no ENEM?

A variação linguística no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) refere-se à compreensão das diferentes maneiras pelas quais a língua é usada em diferentes ambientes sociais, geográficos e comunicativos.

Assim, um dos elementos abordados nas provas de Linguagens e suas Tecnologias é a variação linguística.

Desse modo, essa prova avalia a capacidade dos alunos de compreender textos, interpretar informações e refletir sobre a variedade linguística que existe na sociedade. Além disso, visa pensar sobre como a diversidade linguística é importante para a comunicação e para a construção da identidade cultural.

Assim, compreender a variação linguística no ENEM é fundamental para todos os candidatos.

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Quais são os tipos de variação linguística?

Para Marcos Bagno, “a língua é um enorme iceberg flutuando no mar do tempo”. Assim, dizer que apenas a norma culta ou língua padrão são as únicas possíveis é, no mínimo, reducionista. Afinal, os idiomas apresentam um alto grau de diversidade e de variabilidade.

Isso se deve ao fato de os falantes de qualquer língua, inclusive a portuguesa, serem diversos e atravessados por um longo processo histórico.

Assim, desde a origem do português a partir do latim até sua chegada de Portugal ao Brasil, muita coisa aconteceu. Então, nesse processo histórico-social, nada mais justo observar as mudanças que o idioma sofreu.

Desse modo, confira agora quais são as variações que a língua pode apresentar:

Tipos de variação linguísticaConceito
Variações diafásicasreferem-se às diferentes formas de linguagem utilizadas em diferentes contextos ou situações comunicativas. Assim, variam conforme o ambiente, situação social e finalidade da comunicação.
Variações históricassão um tipo de variação linguística que ocorre ao longo do tempo, à medida que uma língua passa por mudanças e evoluções.
Variações diatópicassão um tipo de variação linguística que envolve as diferenças linguísticas que ocorrem entre diferentes regiões geográficas.
Variações diastráticassão um tipo de variação linguística que ocorre devido a diferenças de status social, econômico ou educacional entre os falantes.

Bom, de forma reduzida, essas são os tipos de variação linguística no ENEM. Agora vamos para os detalhes.

Variações diafásicas (situacional):

Essa modalidade de variação linguística, que se manifesta conforme as circunstâncias e os propósitos da comunicação, enriquece a língua demonstrando capacidade de se adaptar a uma variedade de interações e esferas sociais.

Linguagem informal:

A linguagem informal é uma maneira de se comunicar em ambientes cotidianos, descontraídos e familiares. Desse modo, ela não é a mesma linguagem formal usada em ambientes cerimoniais, acadêmicos ou profissionais.

Então, exemplificando:

“Meu celular está bugado”
“Fala rapaziada, tudo certo?”
“Rola um cineminha hoje?”
“Valeu, galera!”

Linguagem formal:

A linguagem formal é usada quando se precisa de uma abordagem mais séria, respeitosa e profissional. Não é o mesmo que a linguagem informal, que é mais comum em situações cotidianas.

Então, vamos a alguns exemplos:

“Prezado Senhor/Senhora”
“Por meio desta, comunicamos que…”
“Conforme solicitado anteriormente…”
“Agradeço antecipadamente por sua atenção.”

Variações históricas (diacrônica):

A dinâmica intrínseca da linguagem é revelada pelas mudanças que ocorrem ao longo dos anos, quando palavras assumem significados diferentes, estruturas gramaticais e pronúncias mudam. Assim, vamos a alguns exemplos:

“Vossemecê” — “você”
“Lingüiça” — “linguiça”
“Contar-me-ás” — “me contarás”
“Pharmácia” — “farmácia”

Variações diatópicas (regional ou geográfica):

As variações diatópicas capturam a diversidade cultural e histórica que marca nossa sociedade globalizada, transformando a comunicação em uma riqueza de regionalismos. Assim, vamos aos exemplos:

Abóbora, jerimum, moranga
Sacolé, dindim, geladinho
Mandioca, aipim, macaxeira
Salsicha, vina

Variações diastráticas (social):

As variações diastráticas ocorrem quando há uma multiplicidade linguística entre categorias ou estratos sociais diferentes. Assim, ocorre entre diferentes grupos sociais, como os termos usados entre os advogados, médicos, jovens, etc.

Então, vamos a alguns exemplos:

“Mó legal” (informal) vs. “Muito agradável” (formal)
“Ela é muito Alice, parece viver no mundo da lua” — Jovens
“Estamos no aguardo do parecer jurídico para melhor avaliar” — Advogados
“Paciente apresenta histórico de hipertensão arterial, bem como relata episódios de tontura, dores de cabeça frequentes e fadiga. Sem histórico de doenças cardíacas significativas.” — Médicos

Preconceito linguístico

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O preconceito linguístico é responsável por muita exclusão social e até mesmo consequências mais graves — Fonte: Freepik.

O preconceito linguístico é um tema que vai além das fronteiras da linguística e se concentra em questões sociais e culturais que permeiam as interações humanas. Assim, existe uma ciência que trata especificamente dessas questões: a Sociolinguística.

Marcos Bagno, um renomado linguista, diz que a observação desse fenômeno mostra não apenas as variáveis da língua, mas também as complexas relações de poder e a exclusão que existem em uma sociedade.

Assim, no cerne desse tema, é possível encontrar um conjunto de percepções e julgamentos que atribuem valores sociais a diferentes formas de falar e escrever.

Em suma, podemos dizer que o preconceito linguístico é a atitude que um indivíduo ou um grupo social assume diante de algum modo de falar, ou seja, dialeto, variedade regional, que é diferente do seu.

Você já deve ter se deparado com discussões a respeito de temas diversos. Aquele jogo de palavras mais complexas para ver quem ganha no melhor comentários. Entretanto, eis que alguém comete um desvio da norma culta.

A partir daí, todos os recursos argumentativos serão para derrubar e atacar o indivíduo com respostas como “Você nem sabe escrever direito”. Isso é preconceito linguístico.

Esse é um exemplo corriqueiro, que provavelmente não causará muito impacto. Mas imagine a quantidade de brasileiros excluídos por seu “jeito de falar”. Até mesmo as piadas com uma pessoa de outra região demonstram o preconceito linguístico.

Por que existem variedades se o “correto” é a norma padrão?

Apesar da norma padrão, a existência de variedades linguísticas é um fenômeno natural e inerente à natureza da linguagem e à sociedade. Nesse sentido, a linguagem é uma ferramenta de comunicação que muda e se adapta a vários contextos.

Já pensou ir tomar aquele banho de mar vestido com uma roupa social? Tirando as exceções, não é nada comum, certo? Assim, em contextos mais informais, não há necessidade de tirar do bolso todas aquelas palavras formais e complicadas.

Em suma, aquilo que se considera como “correto” ou norma padrão é apenas uma das muitas formas de expressão linguística. Assim, a diversidade cultural, o contexto de uso, identidade e pertencimento, evolução e mudança são aspectos que devem ser considerados na expressão individual e coletiva dos falantes de uma língua.

Inovação e criatividade:

Já parou para pensar a diversidade linguística que existe dentro da literatura? Até mesmo em provas como ENEM e outros vestibulares elas aparecem com frequência e nem por isso são demonizadas. Entretanto, lembre-se que estamos falando de literatura e não de uma redação estruturada.

Vamos a um bom exemplo: o autor brasileiro João Guimarães Rosa é conhecido por inventar palavras, isto é, neologismos. Assim, isso permite modular a linguagem de maneira original. Então, veja um exemplo abaixo de um trecho do livro Grandes Sertões: Veredas:

–NONADA. TIROS QUE O SENHOR ouviu foram de briga de homem não, Deus esteja. Alvejei mira em árvores no quintal, no baixo do córrego. Por meu acerto. Todo dia isso faço, gosto; desde mal em minha mocidade.

Deu para entender que a variação linguística no ENEM é de extrema importância, já que os candidatos podem “trombar” com textos de diversos gêneros, tipos de linguagem.

Então eu posso utilizar uma variante não padrão na redação do ENEM?

Assim como não usamos roupa social para ir à praia, não é indicado escrever a redação do ENEM com variantes não padrão. Por quê? Essa é uma exigência do exame, visto que se trata de um momento de demonstrar suas habilidades de escrita formal. Isto é, o candidato deve seguir a norma culta, e é necessário se manter na regra.

A redação do ENEM é composta por um gênero textual determinado, sendo sua estrutura de um texto dissertativo-argumentativo. Assim, visa apresentar e defender um ponto de vista sobre determinado assunto. Porém, deve ser baseado em argumentos consistentes e bem estruturados.

Além disso, outro aspecto importante é a primeira competência do ENEM. Então, é necessário “Demonstração de domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa”. Já disse tudo, certo?

Então, esse é um dos requisitos básicos, além de demonstrar conhecimento do gênero textual exigido.

Exemplos de questões sobre variação linguística

A variação linguística, um fenômeno intrínseco da língua, revela as diversas facetas culturais e sociais que compõem a comunicação humana. Desse modo, o uso diversificado da língua tem sido tema de discussão em várias áreas, desde o ambiente acadêmico até exames educacionais como o ENEM.

Então, o estudo de questões relacionadas à variação linguística nesse contexto é essencial para compreender como a língua se adapta e se transforma em diferentes contextos sociais, geográficos e culturais.

Assim, por meio da discussão a respeito da variação linguística não serve apenas para testar o conhecimento dos participantes, mas também fazê-los pensar na diversidade da linguagem e na importância de valorizar todas as formas de expressão.

Nesse sentido, o CRIA selecionou algumas questões para facilitar a compreensão do conteúdo e já testar seus conhecimentos. Então, confira agora:

Questão 1 – ENEM 2019:

Toca a sirene na fábrica,
E o apito como um chicote
Bate na manhã nascente
E bate na tua cama
No sono da madrugada.
Ternuras da áspera lona
Pelo corpo adolescente.
É o trabalho que te chama.
Às pressas tomas o banho,
Tomas teu café com pão,
Tomas teu lugar no bote
No cais do Capibaribe.
Deixas chorando na esteira
Teu filho de mãe solteira.
Levas ao lado a marmita,
Contendo a mesma ração
Do meio de todo o dia,
A carne-seca e o feijão.
De tudo quanto ele pede
Dás só bom-dia ao patrão,
E recomeças a luta
Na engrenagem da fiação.

MOTA, M. Canto ao meio. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1964.

Nesse texto, a mobilização do uso padrão das formas verbais e pronominais

a) Ajuda a localizar o enredo num ambiente estático.
b) Auxilia na caracterização física do personagem principal.
c) Acrescenta informações modificadoras às ações dos personagens.
d) Alterna os tempos da narrativa, fazendo progredir as ideias do texto.
e) Está a serviço do projeto poético, auxiliando na distinção dos referentes.

Gabarito: E

Questão 2 – ENEM 2017:

Sítio Gerimum
Este é o meu lugar […]
Meu Gerimum é com g
Você pode ter estranhado
Gerimum em abundância
Aqui era plantado
E com a letra g
Meu lugar foi registrado.

Nos versos de um menino de 12 anos, o emprego da palavra “Gerimum” grafada com a letra “g” tem por objetivo

a) Valorizar usos informais caracterizadores da norma nacional.
b) Confirmar o uso da norma-padrão em contexto da língua poética.
c) Enfatizar um processo recorrente na transformação da língua portuguesa.
d) Registrar a diversidade étnica e linguística presente no território brasileiro.
e) Reafirmar discursivamente a forte relação do falante com seu lugar de origem.

Gabarito: E

Questão 3 – ENEM 2015

Assum Preto

Tudo em vorta é só beleza
Sol de abril e a mata em frô
Mas assum preto, cego dos óio
Num vendo a luz, ai, canta de dor
Tarvez por ignorança
Ou mardade das pió
Furaro os óio do assum preto
Pra ele assim, ai, cantá mió
Assum preto veve sorto
Mas num pode avuá
Mil veiz a sina de uma gaiola
Desde que o céu, ai, pudesse oiá.

(Baião de Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira)

As marcas da variedade regional registradas pelos compositores de Assum Preto resultam da aplicação de um conjunto de princípios ou regras gerais que alteram a pronúncia, a morfologia, a sintaxe ou o léxico. No texto, é resultado de uma mesma regra, a:

a) pronúncia das palavras “vorta” e “veve”.
b) pronúncia das palavras “tarvez” e “sorto”.
c) flexão verbal encontrada em “furaro” e “cantá”.
d) redundância nas expressões “cego dos óio” e “mata em frô”.
e) pronúncia das palavras “ignorança” e “avuá”.

Gabarito: B

Questão 4 – ENEM 2018

Ó Pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve!
Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro dessa flâmula
— “Paz no futuro e glória no passado.”
Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada, Brasil!

Hino Nacional do Brasil. Letra: Joaquim Osório Duque Estrada. Música: Francisco Manuel da Silva (fragmento).

O uso da norma-padrão na letra do Hino Nacional do Brasil é justificado por tratar-se de um(a):

a) Reverência de um povo a seu país.
b) Gênero solene de característica protocolar.
c) Canção concebida sem interferência da oralidade.
d) Escrita de uma fase mais antiga da língua portuguesa.
e) Artefato cultural respeitado por todo o povo brasileiro.

Gabarito: B

Questão 5 – ENEM 2012

Entrevista com Marcos Bagno

Pode parecer inacreditável, mas muitas das prescrições da pedagogia tradicional da língua até hoje se baseiam nos usos que os escritores portugueses do século XIX faziam da língua. Se tantas pessoas condenam, por exemplo, o uso do verbo “ter” no lugar de “haver”, como em “hoje tem feijoada”, é simplesmente porque os portugueses, em dado momento da história de sua língua, deixaram de fazer esse uso existencial do verbo “ter”.

No entanto, temos registros escritos da época medieval em que aparecem centenas desses usos. Se nós, brasileiros, assim como os falantes africanos de português, usamos até hoje o verbo “ter” como existencial é porque recebemos esses usos de nossos ex-colonizadores. Não faz sentido imaginar que brasileiros, angolanos e moçambicanos decidiram se juntar para “errar” na mesma coisa. E assim acontece com muitas outras coisas: regências verbais, colocação pronominal, concordâncias nominais e verbais etc. Temos uma língua própria, mas ainda somos obrigados a seguir uma gramática normativa de outra língua diferente. Às vésperas de comemorarmos nosso bicentenário de independência, não faz sentido continuar rejeitando o que é nosso para só aceitar o que vem de fora.

Não faz sentido rejeitar a língua de 190 milhões de brasileiros para só considerar certo o que é usado por menos de dez milhões de portugueses. Só na cidade de São Paulo temos mais falantes de português que em toda a Europa!

Informativo Parábola Editorial, s/d.

Na entrevista, o autor defende o uso de formas linguísticas coloquiais e faz uso da norma padrão em toda a extensão do texto. Isso pode ser explicado pelo fato de que ele

a) Adapta o nível de linguagem à situação comunicativa, uma vez que o gênero entrevista requer o uso da norma padrão.
b) Apresenta argumentos carentes de comprovação científica e, por isso, defende um ponto de vista difícil de ser verificado na materialidade do texto.
c) Propõe que o padrão normativo deve ser usado por falantes escolarizados como ele, enquanto a norma coloquial deve ser usada por falantes não escolarizados.
d) Acredita que a língua genuinamente brasileira está em construção, o que o obriga a incorporar em seu cotidiano a gramática normativa do português europeu.
e) Defende que a quantidade de falantes do português brasileiro ainda é insuficiente para acabar com a hegemonia do antigo colonizador.

Gabarito: A

CRIA: ferramenta de correção de redação por inteligência artificial

A variação linguística reflete a rica diversidade cultural e social presente na sociedade, por isso se tornou um componente crucial a ser compreendido e valorizado na educação contemporânea. Assim, a variação linguística no ENEM serve de instrumento de avaliação que visa abranger habilidades plurais.

Mas caminhar sozinho é complicado. Por isso, o CRIA pode te ajudar.

Mas o que é o CRIA?

CRIA é um corretor de redação por inteligência artificial que garante uma correção com grande precisão, baseando-se nas 5 competências do ENEM. Além de entregar essa precisão, tudo isso é feito em até 2 minutos.

Ainda, o CRIA dispõe um banco de dados com centenas de milhares de redações. Então, desde zeradas até aquelas com nota mil, utilizadas como base para IA entregar ao aluno uma descrição detalhada de onde errou, como pode arrumar e o porquê tal erro gera desconto de pontos no ENEM. 

Outra ferramenta disponível para os alunos do CRIA é esse gráfico com a informação indicando os agentes. Assim, por meio dele, é possível visualizar de maneira bem clara as competências que precisam de mais atenção.

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Como funciona a prova de redação do ENEM? Com o corretor de redação por inteligência artificial indica os agentes utilizados — Fonte: CRIA.

Mas para quem é o CRIA:

  • Para os professores, visamos diminuir a sobrecarga e otimizar a gestão da turma;
  • Para os alunos, tornarmos o processo mais ágil, divertido, incentivando a prática constante.

Vamos começar? Então acesse aqui.

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