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Diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST: quais são?

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Você sabia que existem diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST? Embora ambos os exames exijam o gênero dissertativo argumentativo, há diferenças e semelhanças que devem ser observadas pelos candidatos.

De modo geral, as provas do ENEM e da FUVEST exigem a produção de um texto em
prosa dos candidatos, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política.

Tendo em mente essa semelhança, o que difere de fato, a redação desses dois exames? Há diversos pontos que divergem, indo na contra-mão. Assim, o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) utiliza cinco competências para avaliar os candidatos, enquanto a FUVEST considera outros critérios.

Nesse sentido, confira esse conteúdo completo do CRIA para aprender sobre as diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST. Assim, continue conosco e boa leitura.

diferencas entre a redacao do enem e fuvest
Quais as diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST? Confira! – Foto: Pexels

Há diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST?

Tanto o ENEM quanto a FUVEST são provas que exigem que os participantes redijam um texto do gênero dissertativo-argumentativo. Entretanto, existem diferenças significativas entre ambos os exames.

Um ponto principal é que o ENEM é precedido por 5 competências que refletem as habilidades que os participantes devem demonstrar ao escrever a redação do exame.

Já a FUVEST avalia habilidades como a utilização da norma padrão, conhecimento de mundo, posicionamento do estudante em relação ao tema. Além disso, os corretores também consideram a capacidade de relacionar diversas áreas do conhecimento com um mesmo tema, a coesão e a coerência textual.

Apesar de se tratarem de pontos semelhantes, não há competências explícitas, mas podem ser observadas no Manual do Candidato no site da instituição.

Assim, confira abaixo mais explicações sobre as diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST.

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Como é a redação do ENEM?

No Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM), o candidato precisa escrever sua opinião, seus argumentos sobre o enunciado proposto. Assim, ele transfere o seu contato do cotidiano para uma linguagem mais formal e elaborada.

Em relação ao gênero textual, o ENEM exige que os candidatos redijam um texto dissertativo-argumentativo, assim como a FUVEST. Entretanto, esse é um dos poucos elementos que se assemelham entre as provas – ou seja, sua estrutura.

Em relação à temática, o ENEM traz temas mais objetivos, embora também tratem a respeito de problemas vividos pela sociedade.

Outra diferença relevante é a obrigatoriedade do título na redação da FUVEST. Entretanto, no ENEM é completamente opicional.

Características da redação do ENEM:

  • Precisa ter entre 8 a 30 linhas;
  • Não precisa de título;
  • Obrigatoriedade de uma intervenção;
  • Temas relacionados às questões da sociedade brasileira e Direitos Humanos;
  • Vale 1.000 pontos.

Exemplo de proposta de redação do ENEM 2023

A prova de redação do ENEM é constituída por uma proposta de texto, um texto motivador (como gráficos, tabelas, charges, trechos de livros ou outros documentos relacionados ao tema) e linhas para a produção textual.

Assim, confira abaixo a proposta de redação do ENEM de 2023:

diferencas entre a redacao do enem e fuvest
Dentro da proposta de redação desta avaliação é pedido que o candidato produza uma dissertação e elabore uma solução para o problema proposto – Foto: ENEM.

Exemplo de redação ENEM nota mil:

Essa redação nota 1000 é do aluno Luís Felipe de Brito, confira:

Introdução:

O poeta modernista Oswald de Andrade relata, em “Erro de Português”, que, sob um dia de chuva, o índio foi vestido pelo português – uma denúncia à aculturação sofrida pelos povos indígenas com a chegada dos europeus ao território brasileiro. Paralelamente, no Brasil atual, há a manutenção de práticas prejudiciais não só aos silvícolas, mas também aos demais povos e comunidades tradicionais, como os pescadores. Com efeito, atuam como desafios para a valorização desses grupos a educação deficiente acerca do tema e a ausência do desenvolvimento sustentável.

Desenvolvimento 1:

Diante desse cenário, existe a falta da promoção de um ensino eficiente sobre as populações tradicionais. Sob esse viés, as escolas, ao abordarem tais povos por meio de um ponto de vista histórico eurocêntrico, enraízam no imaginário estudantil a imagem de aborígenes cujas vivências são marcadas pela defasagem tecnológica. A exemplo disso, há o senso comum de que os indígenas são selvagens, alheios aos benefícios do mundo moderno, o que, consequentemente, gera um preconceito, manifestado em indagações como “o índio tem ‘smartphone’ e está lutando pela demarcação de terras?” – ideia essa que deslegitima a luta dos silvícolas. Entretanto, de acordo com a Teoria do Indigenato, defendida pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, o direito dos povos tradicionais à terra é inato, sendo anterior, até, à criação do Estado brasileiro. Dessa forma, por não ensinarem tal visão, os colégios fometam a desvalorização das comunidades tradicionais, mediante o desenvolvimento de um pensamento discriminatório nos alunos.

Desenvolvimento 2:

Além disso, outro desafio para o reconhecimento desses indivíduos é a carência do progresso sustentável. Nesse contexto, as entidades mercadológicas que atuam nas áreas ocupadas pelas populações tradicionais não necessariamente se preocupam com a sua preservação, comportamento no qual se valoriza o lucro em detrimento da harmonia entre a natureza e as comunidades em questão. À luz disso, há o exemplo do que ocorre aos pescadores, cujos rios são contaminados devido ao garimpo ilegal, extremamente comum na Região Amazônica. Por conseguinte, o povo que sobrevive a partir dessa atividade é prejudicado pelo que a Biologia chama de magnificação trófica, quando metais pesados acumulam-se nos animais de uma cadeia alimentar – provocando a morte de peixes e a infecção de humanos por mercúrio. Assim, as indústrias que usam os recursos naturais de forma irresponsável não promovem o desenvolvimento sustentável e agem de maneira nociva às sociedades tradicionais.

Conclusão:

Portanto, é essencial que o governo mitigue os desafios supracitados. Para isso, o Ministério da Educação – órgão responsável pelo estabelecimento da grade curricular das escolas – deve educar os alunos a respeito dos empecilhos à preservação dos indígenas, por meio da inserção da matéria “Estudos Indigenistas” no ensino básico, a fim de explicar o contexto dos silvícolas e desconstruir o preconceito. Ademais, o Ministério do Desenvolvimento – pasta instituidora da Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais – precisa fiscalizar as atividades econômicas danosas às sociedades vulneráveis, visando à valorização de tais pessoas, mediante canais de denúncias.

Como é a redação da FUVEST?

A FUVEST (Fundação Universitária para o Vestibular) é responsável pelo vestibular da Universidade de São Paulo (USP) e, portanto, pela elaboração da redação desse processo seletivo.

Assim como o ENEM, a FUVEST utiliza o gênero dissertativo-argumentativo para a redação. Nesse sentido, os candidatos são desafiados a defender uma tese por meio de argumentação.

Entretanto, como vimos anteriormente, a redação da FUVEST possui algumas diferenças da prova de redação do ENEM.

Características da redação da FUVEST:

  • Mínimo de 20 linhas e máximo de 30;
  • Geralmente o título é obrigatório;
  • Não tem proposta de intervenção;
  • Temas mais reflexivos e filosóficos, sendo algo menos óbvio, normalmente abordando temas sobre comportamento, sociedade e cultura;
  • Ela vale 50 pontos.

Exemplo de proposta de redação do FUVEST 2023

Na proposta de redação da FUVEST, valorizam-se a clareza na exposição de ideias e a coerência na construção do texto. Assim, espera-se um domínio adequado da norma culta da língua portuguesa, incluindo gramática, ortografia e pontuação.

Então, confira abaixo um exemplo de proposta de redação da FUVEST:

diferencas entre a redacao do enem e fuvest
A Fuvest costuma abordar temas mais reflexivos e muitas vezes, podemos dizer que são até filosóficos – Foto: FUVEST.

Texto 6:
Somos alertados o tempo todo para as consequências das escolhas recentes que fizemos. E se
pudermos dar atenção a alguma visão que escape a essa cegueira que estamos vivendo no mundo todo,
talvez ela possa abrir nossa mente para alguma cooperação entre os povos, não para salvar os outros,
para salvar a nós mesmos.

Ideias para adiar o fim do mundo. Aílton Krenak. Adaptado.

Considerando as ideias apresentadas nos textos e também outras informações que julgar pertinentes,
redija uma dissertação em prosa, na qual você exponha seu ponto de vista sobre o tema: Refugiados
ambientais e vulnerabilidade social.
Instruções:

  • A dissertação deve ser redigida de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
  • Escreva, no mínimo, 20 linhas, com letra legível e não ultrapasse o espaço de 30 linhas da folha de
    redação.
  • Dê um título a sua redação.

Exemplo de redação FUVEST nota máxima:

Então, para compreender melhor as diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST, confira abaixo um exemplo de redação nota máxima da prova.

Título: “Capitaloceno e o refugiado ambiental: degeneração neoliberal e “Necropolítica” – da aluna Gabriella Ferreira Marucci da Silva

Introdução:

O sistema político-econômico neoliberal, difundido no século XXI, substancializa o axioma de máxima reprodução da lucratividade mediante a massificação do consumo neoliberal calcado na superexploração dos recursos naturais e na petrificação da sobreposição do homem ao meio natural para a consolidação do Capitaloceno – signo para a era geológica hodierna na qual a intensificação da presença de poluentes atmosféricos, a fragmentação de ecossistemas e as mudanças climáticas ameaçam não somente a preservação da biodiversidade animal e vegetal, como também a própria sobrevivência antrópica no planeta. Dessa maneira, desdobramentos migratórios forçados em razão da fragilização ambiental, aspecto fulcral da reverberação moderna do Capital, elegem a alienação do indivíduo na instrumentalização do capital e a desestruturação da ordem democrática.

Desenvolvimento 1:

“A priori”, o hodierno é permeado pelo viés capitalizante engendrado ao fundamentalismo neoliberal da sociedade utilitarista. Acerca disso, consoante o ativista indígena Ailton Krenak, em ”A vida não é útil”, a reverberação do capitalismo como normatizador do tecido social manifesta a imperatividade do modus vivendus do consumismo material, de modo que o homem, anteriormente inserido nas coletividades agrárias tradicionais, pautadas na visão da natureza como integrante da subjetividade mística e cultural e na utilização dos recursos naturais para a subsistência e para a preservação das gerações futuras, torna-se ensimesmado na lógica mercadológica da perspectiva utilitarista da natureza, na qual a fauna e a flora são meros recursos exploráveis para o progresso materialista da sociedade capitalizada. Nessa perspectiva, o refugiado ambiental, ao se deslocar compulsoriamente do seu meio natural- fragilizado – para o tecido social alienado no apogeu do Neoliberalismo, instrumentaliza-se como homo economicus marcado pelo imperativo do poderio financeiro como símbolo de ascensão social e pela exploração da mão de obra produtiva para obtenção de remuneração rentária irrisória. Assim, reitera-se a coercitividade da visão utilitarista da natureza – intrínseca ao Capitaloceno – em detrimento da interação harmônica homem-meio.

Desenvolvimento 2:

Considera-se, por conseguinte, a vulnerabilidade social do refugiado ambiental – deslocado forçadamente para se inserir na égide do capital da sociedade – é salientada pelo desmonte da cidadania desse estrato social. Sob esse viés, segundo o teórico Achille Mbembe, em “Necropolítica”, nas coletividades hodiernas, a exclusão social sedimenta-se diretamente, com a legitimidade do emprego da violência pelo grupo social hegemônico para a eliminação de uma minoria da população, e indiretamente, com a não fruição das prerrogativas assistencialistas e dos direitos sociais institucionalizados. Nesse sentido, o refugiado ambiental, na migração compulsória, estrutura-se como minoria subalternizada na nova configuração social e é alijado do acesso à cidadania para a manutenção de seu locus social de subalternidade, de maneira que a não fruição de políticas assistencialistas de distribuição de renda, de acesso à educação e à saúde, nas sociedades neoliberais nas quais a consolidação da cidadania plena é determinada pelo elevado poderio financeiro do indivíduo, assegura o cerceamento dos direitos humanitários desse grupo. Desse modo, a normatização do refugiado ambiental como minoria na lógica de exclusão social reitera o desmonte da isonomia social e da cidadania na ordem democrática para a prevalência do status quo de vulnerabilidade social.

Conclusão:

Em suma, o refugiado ambiental emerge no contexto hodierno de degeneração ambiental determinante do Capitaloceno, calcado na égide do capital no Neoliberalismo. Portanto, sua vulnerabilidade social substancializa-se na alienação na lógica de exploração do homo economicus e no desmonte do Estado Democrático de Direito, pautado na universalidade da cidadania, pela consolidação da “Necropolítica”. 

Principais diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST

Embora a redação do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio) e a da FUVEST (Fundação Universitária para o Vestibular) compartilhem algumas semelhanças, existem diferenças importantes em termos de formato, critérios de avaliação e abordagem.

Então, resumindo, as principais diferenças entre a redação do ENEM e FUVEST são:

1. Gênero dissertativo-argumentativo:

  • Ambas as provas exigem o gênero dissertativo-argumentativo.

2. Título:

  • ENEM: opcional;
  • FUVEST: geralmente obrigatório.

3. Temas:

  • ENEM: objetivos;
  • FUVEST: mais abstratos.

4. Repertório sócio-cultural:

  • ENEM: exigido pela Competência 2 do ENEM;
  • FUVEST: é essencial o uso de repertórios, mas como forma de enriquecer a discussão.

5. Proposta de intervenção:

  • ENEM: exige a presença da proposta de intervenção completa, com agente, ação, modo de fazer a ação, finalidade e detalhamento ;
  • FUVEST: não exige a presença de proposta de intervenção completa.

Gênero dissertativo-argumentativo: como devo escrever?

diferencas entre a redacao do enem e fuvest
Os gêneros textuais são definidos pelas características em comum dos enunciados, dos textos, e vão se concretizando durante o tempo, durante o processo de uso do ser humano – Foto: Pexels.

Para escrever a dissertação argumentativa, o candidato deve saber que o tema da dissertação não é o título. Desse modo, é preciso entender que o tema da redação é o assunto sobre o qual ele deve escrever a dissertação, enquanto o título do trabalho deve conter uma breve referência a ele.

Após entender essa divisão, a primeira atitude é perguntar “por quê?”. Enquanto responde a essa pergunta, o participante da prova deve lembrar tudo o que leu e ouviu que pode ajudá-lo, incluindo seus conhecimentos e experiências anteriores, ou seja, o repertório sociocultural.

Assim, o ideal para que sua dissertação explore suficientemente o assunto é ter 2 ou 3 “respostas” para a questão formulada; estas “respostas” chamam-se argumentos.

Em outras palavras, suas respostas devem ser persuasivas ao leitor. Afinal, os argumentos em uma dissertação, ou qualquer outro tipo de texto escrito ou oral, servem para defender o ponto de vista de quem fala ou escreve. Além disso, todos eles devem se relacionar com o assunto.

Uma vez estabelecido o tema e os 3 argumentos, você já dispõe do necessário para, agora, na folha definitiva, começar a redigir sua dissertação. Desse modo, ela deverá constar de três partes fundamentais: introdução, desenvolvimento e conclusão.

Estrutura da dissertação argumentativa

A eficácia da comunicação escrita depende da estrutura da dissertação argumentativa. Além disso, no desenvolvimento desse tipo de texto, a clareza na organização das ideias desempenha um papel crucial.

Então, confira abaixo a estrutura da dissertação argumentativa:

Introdução:

Aqui os argumentos são apenas mencionados. Então, neste primeiro parágrafo informamos o assunto de que a dissertação vai tratar; cada argumento será convenientemente desenvolvido nos parágrafos seguintes.

Desenvolvimento:

O candidato explica cada um dos argumentos expostos. Para que sua dissertação fique completa, falta apenas elaborar um último parágrafo que se denomina conclusão.

Conclusão:

Pode iniciar-se com uma expressão que remeta ao que foi dito nos parágrafos anteriores (expressão inicial). Então, ela deve seguir-se uma reafirmação do tema proposto no início da redação.

Além disso, ao final do parágrafo, é interessante colocar uma observação, fazendo um comentário sobre os fatos mencionados ao longo da dissertação.

Aprimore sua escrita com o CRIA

Agora que você já aprendeu a estrutura do artigo de opinião, o CRIA pode ser a ferramenta ideal para esse processo. Mas o que é o CRIA?

Projetado para ser um corretor de redações baseado em inteligência artificial e processamento de linguagem natural, o CRIA é uma ferramenta útil e simples de utilizar.

Assim, ele utiliza modelos de aprendizado de máquina gerados por meio de redações escritas por alunos reais e corrigidas por professores.

Através do modelo, o CRIA realiza previsões de notas por competência, análise de contexto na introdução, previsão de defesa de tese, previsão de fuga ao tema, previsão de intervenção, uso de parônimas e homônimas, etc.

Quais são as funcionalidades do CRIA?

  • Análise instantânea da redação;
  • Simulação da sua nota do ENEM por competência;
  • Identificação de desvios, todos marcados no seu texto;
  • Traz correções detalhadas por competência;
  • Histórico de progresso;
  • Fornece dados para melhorias na escrita, em texto e/ou avatar explicativo;
  • Plataforma gamificada, pode compartilhar com amigos e obter vantagens;
  • Professor olha as correções do CRIA e pode alterar conforme achar necessário, assim o CRIA sempre aprende com eles.
O CRIA, uma ferramenta de correção de redações com inteligência artificial, te ajuda a praticar para o ENEM — Vídeo: Reprodução.

Qual o passo a passo para utilizar o CRIA?

Após escolher o plano, seu acesso à plataforma será liberado. Então, você pode escolher um tema disponível no site ou enviar outro tema desejado.

Em seguida, escreva o texto na área indica e submeta para correção. Em até 2 minutos sua redação do ENEM estará corrigida conforme as 5 competências do ENEM.

Por fim, após realizar as correções indicadas, atualize a análise para obter um novo resultado.

inteligencia artificial para corrigir redacao
CRIA: corretor de redação por inteligência artificial — Foto: CRIA.

Acompanhe seu progresso

Após enviar as redações, é possível acessar outra ferramenta disponível para os alunos do CRIA: o gráfico com histórico de pontuação.

Assim, por meio dele, é possível visualizar de maneira clara as competências que precisam de mais atenção.

grafico de correcao de redacao interativo
Gráfico de correção de redação interativo — Fonte: CRIA.

A quem o CRIA se destina?

  • Para os professores, visamos diminuir a sobrecarga e otimizar a gestão da turma;
  • Para os alunos, tornarmos o processo mais ágil, divertido, incentivando a prática constante.

Vamos começar? Então acesse aqui.

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